LUSIDATA
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Como trabalhamos

Um processo de engenharia, não um funil de vendas.

Sete fases, cada uma com uma entrega concreta. Nem todos os projetos precisam de todas — uma automação simples salta fases que uma aplicação completa exige — mas a ordem é sempre esta.

O âmbito e o preço fecham-se no fim da fase 2, antes de qualquer construção. Sem surpresas a meio do projeto.

  1. Diagnóstico operacional

    Uma conversa — e, quando faz sentido, observação direta — para perceber como a operação funciona hoje: quem faz o quê, com que ferramentas, onde se perde tempo e onde se perdem coisas.

    No fim desta faseMapa do processo atual e dos pontos onde um sistema compensa.

  2. Avaliação de oportunidade e viabilidade

    Nem tudo o que é automatizável vale a pena automatizar. Avaliamos impacto, risco e esforço de cada oportunidade — incluindo dizer-lhe quando a resposta certa é não construir nada.

    No fim desta faseProposta com âmbito, prazo e preço fechados.

  3. Protótipo ou desenho do sistema

    Para aplicações, um desenho navegável do sistema; para automações, o workflow desenhado de ponta a ponta com os pontos de aprovação humana marcados. Validado consigo antes de construir a sério.

    No fim desta faseDesenho aprovado do sistema — a última oportunidade barata de mudar de ideias.

  4. Implementação e integração

    Construção do sistema e ligação às ferramentas reais da operação. Trabalhamos em ciclos curtos, com progresso visível — não desaparecemos três meses para voltar com uma surpresa.

    No fim desta faseSistema funcional ligado às ferramentas reais, em ambiente de teste.

  5. Validação com utilizadores e dados reais

    O sistema corre com dados reais e as pessoas que o vão usar, antes de assumir o processo. Ajustamos o que a realidade revelar — revela sempre alguma coisa.

    No fim desta faseSistema validado pela equipa que o vai usar.

  6. Entrada em produção

    O sistema assume o processo. Transição faseada quando o risco o justifica — o processo antigo só é desligado quando o novo prova que aguenta.

    No fim desta faseSistema em produção, com o processo antigo descontinuado.

  7. Monitorização, documentação e melhoria

    Cada sistema fica documentado e monitorizado: sabemos quando uma execução falha antes de o cliente reparar. A manutenção pode ficar connosco ou passar para a sua equipa — o código e os acessos são seus.

    No fim desta faseDocumentação, monitorização ativa e um canal direto para ajustes.

Fase 01

Tudo começa numa conversa de diagnóstico.

Meia hora, sem compromisso. Saímos os dois a saber se há um sistema que compensa construir — e o que ele custaria.

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